A encruzilhada do destino

A encruzilhada do destino I
Na maior parte da sua história, o Rio Grande do Sul tem empacado até a tirinha nº 3, raramente chegou ao final feliz de todo mundo pegar junto, como os burricos desta clássica imagem do cooperativismo, muito utilizada em tempos idos. Em conversa com colunistas, no domingo à noite, o governador José Ivo Sartori (PMDB) lembrou uma exceção, a aprovação unânime pela Assembleia Legislativa, há algumas décadas, do Polo Petroquímico. Com a discussão dos projetos do governo iniciada ontem em plenário, mais uma vez, as bancadas deveriam pegar junto, como na ilustração.

A encruzilhada do destino II
Na conversa, Sartori lembrou que as críticas referem-se aos projetos como paliativos. Pois bem, pior seria sem esse fator. E há uma verdade nua e crua que não necessita mais do que uma operação aritmética: para uma despesa de R$ 70 bilhões temos uma arrecadação de R$ 62 bilhões. O resto é farofa. E se os projetos forem rejeitados, nenhum futuro governante oposicionista poderá dizer que desconhecia essa dura realidade. É hora de pegar junto, porque, se ficarmos nesse “rame-ramo”, estaremos fadados a ser burricos teimosos eternamente.

Fonte: Jornal do Comércio RS – Coluna de Fernando Albrecht
Data: 30/01/18

2018-01-31T17:00:18-02:00 31 de janeiro de 2018|Tags: , , , , |

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