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Últimos Destaques

VALORES (III)

9 de junho de 2020|

Tanta dor deve ensinar a gemer, segundo o ditado. Talvez com esse aprendizado em tempos de peste, o novo normal do mundo consiga trazer valor a cada vida medida e transformada em orçamentos públicos com novas prioridades que repartam responsabilidades e unam todos em maioria para a necessária mudança dessa sociedade violenta e desigual. Cuidar é a senha. A chave para a saída.

VALOR (II)

9 de junho de 2020|

A consciência de VIDA (I) como finitude, tão intensa em decorrência de tempos de pandemia, requer concretamente a ação para além do pensar sobre o sentido da vida (ver Viktor Frankl). Antes que o céu caia sobre as nossas cabeças (Asterix).

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Sua proposta pode virar Projeto de Lei! 
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“Se virar sublegenda do governo, metade do PSDB sai. Por isso, não vamos virar uma sublegenda”.

Yeda Crusius

Notícias do Mandato

Editorial do PSDB-Mulher Nacional: Aqui não

Nos ambientes que prezam, defendem e praticam a democracia, ações próprias de um século que já passou, pleno de guerras e regimes totalitários, recebem o seu devido tratamento. Por ter construído um ambiente de liberdade para a ação de suas instituições, e para a de seus cidadãos, a democracia brasileira mostra vigor quando reage prontamente a tentativas de desvio em relação ao seu percurso por parte de seus governantes.

Surpreende o fato de o Ministério da Saúde ter tentado recorrer justamente a um recurso muito comum em regimes comunistas, pois é parte de um governo declaradamente contrário a esses regimes. Atabalhoadamente o Ministério deixa de fornecer os dados sobre o número de infectados e mortos pela Covid-19, que alimentam um sistema nacional e global. Esconder dados e retirar pessoas das fotos são atos comuns nos regime totalitários, como foi o stalinista, em atos autoritários e retrógrados, o que no Brasil não cola!

Em rota contrária ao do governo, os secretários estaduais de Saúde lançaram, nesta segunda-feira (8), um site oficial com dados completos sobre a pandemia do coronavírus, a partir de registros de cada […]

8 de junho de 2020|

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Artigos e Crônicas

Um novo painel de debates

Fizemos mais um Encontro em São Paulo do dia 31 de outubro, no Hotel Mercure de Pinheiros, que tem um jardim muito agradável. Mais uma reunião do Foro de São Paulo do Bem, dizem elas. Gravamos as falas da nossa Conversa de Jardim, com algumas que a foto mostra, quando decidimos apresentar por eixos a nossa proposta de políticas públicas para a próxima década.

Na tarde anterior gravamos um piloto para inaugurar um novo produto do nosso canal de YouTube, o Painel PSDB Brasileiras, canal que vai apresentar debates sobre os temas do dia. Nestes dois primeiros, com ministras dos tempos transformadores dos anos 1990, discutimos o Brasil de hoje e seus desafios, na oportunidade em que preparamos posicionamentos sobre 17 temas sobre os quais vamos sugerir votos para o Congresso Partidário do PSDB de 7 dezembro de 2019.

A foto da gravação do Painel PSDB Brasileiras mostra que estivemos Wanda Engel (Assistência Social), Aspásia Camargo (Meio Ambiente), Solange Jurema (Mulher) e eu (Planejamento e Orçamento). Só faltou Maria Helena Guimarães, que estava em viagem. Afinal, concordamos todos que Educação, ministério que ela compôs com Paulo Renato – de saudosíssima memória, e depois como Ministra, é a base de todas as transformações que desejamos para a construção de um país mais justo, menos desigual, menos violento, mais desenvolvido e inclusivo, na nossa visão de um futuro melhor.

A jornalista âncora foi Adriana Vasconcelos, e nossa “diretora” foi Luzia Coppi Mathias, advogada eleita prefeita de Camboriú para dois mandatos, no início deste século XXI. Já temos site, já usamos as redes, mas o debate aberto e participativo é fundamental para as mulheres que fazem política de modo democrático. O Painel, mais a Revista que vamos elaborar para o congresso partidário, serão nossos novos produtos, frutos de uma era em que comunicação é o canal de agregação e de avanços que usufrui da – e garante a – liberdade republicana que defendemos. Claro, como tudo é moeda de duas faces, é também o modo pelo qual circulam tentativas de retrocesso também, vide as fake news.

Somos mulheres que atuam na esfera pública, e nesta, na política, tão desprestigiada nos tempos que correm. Mas não há nada para substituir a política como processo de tomada de posições para os que vivem em sociedade, na res publica.

Em 2016, nas eleições municipais, deu a moda de muitos candidatos, e candidatas, afirmarem “não sou político”, num evidente engodo. Se não fossem, não teriam se inscrito em partidos políticos, nem se candidatado para disputar o voto dos eleitores, com todas as facilidades das regras eleitorais e partidárias.

Muitos desses pseudo incréus se elegeram. Afinal, eram os tempos das mega manifestações de rua, nas quais o “não me representa” e o “chega de corrupção” dominaram o mar de cartazes levados pelos participantes. Para evidenciar o contraste entre o dito e o feito, muitos jovens que se agarraram nesses cartazes, se elegeram. Muitos desses fizeram e fazem a velha política de […]

9 de novembro de 2019|

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Prevenção à Violência

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