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Eleições 2018: Yeda Crusius pretende defender mudanças necessárias para melhorar a sociedade

21 de agosto de 2018|

Candidata à reeleição como deputada federal pelo Rio Grande do Sul, a presidente do PSDB-Mulher, Yeda Crusius, pretende trabalhar sua campanha em torno de seis áreas prioritárias: equilíbrio das finanças públicas, políticas para a igualdade, Segurança Pública, reformas estruturantes, apoio aos municípios e combate à corrupção.

Yeda Crusius e Thelma de Oliveira formalizam criação da Comissão Eleitoral do PSDB-Mulher

8 de agosto de 2018|

Em reunião na sede do PSDB Nacional, nesta quarta-feira (8), a presidente do PSDB-Mulher, deputada Yeda Crusius (RS) e a 2ª Vice-presidente do segmento e prefeita de Chapada dos Guimarães, Thelma de Oliveira (MT) formalizaram a criação de uma Comissão Eleitoral para tratar dos assuntos referentes às candidaturas femininas do partido.

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Sua proposta pode virar Projeto de Lei! 
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“Nenhum país suporta conviver com instabilidade econômica, crises recorrentes e injustiças na formação e distribuição de renda”.

Yeda Crusius

Notícias do Mandato

Yeda Crusius apresenta proposta para instituir Plano Nacional de Prevenção à Violência

Crédito da foto: Alexssandro Loyola

Na Câmara Federal, a deputada Yeda Crusius (PSDB/RS) apresentou um Projeto de Lei (PL) de n.º 9322/2017, para instituir o Plano Nacional de Prevenção à Violência. “A violência no Brasil constitui um quadro complexo e preocupante. Ao verificarmos as mortes ocasionadas por homicídios ou as mortes derivadas de acidentes de trânsito, o Brasil ocupa posições avançadas entre as nações mais violentas do mundo. Essa proposta é fundamental para que seja organizado um conjunto de metas e indicadores que serão os balizadores da política de prevenção à violência nos próximos anos”, afirma a parlamentar.

De acordo com o texto do projeto, o Plano terá a duração de dez anos e as suas diretrizes e temas serão elaborados por meio de Conferência Nacional a ser realizada no Congresso Nacional. A partir dessas diretrizes gerais, a União deverá elaborar os objetivos, as ações estratégicas, as metas, as prioridades, os indicadores e definir as formas de financiamento e gestão da política de prevenção à violência. As políticas públicas de prevenção à violência deverão considerar um contexto social […]

15 de dezembro de 2017|

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Artigos e Crônicas

Atlas da Violência: o fim do mito do brasileiro cordial

Crédito da foto: Thinckstock

É preciso falar sobre os dados devastadores do Atlas da Violência 2018, divulgados no último mês de maio, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), que mostram, entre outras aberrações, que nos últimos 15 anos um brasileiro foi assassinado a cada 10 minutos.

Mata-se mais no Brasil do que nas guerras do Iraque e da Síria, mais de meio milhão de pessoas foram assassinadas aqui na última década, um número vergonhoso, trinta vezes maior do que na Europa. Como não me canso de bradar nesta tribuna, em artigos e palestras, assassinamos nosso futuro, já que 56,5% das mortes dos brasileiros entre 15 e 19 anos em 2017 foi violenta. Chegamos ao absurdo número de 62.517 assassinatos no ano passado, uma guerra. Como é possível viver assim? Aceitar essa realidade?

Nossas crianças são as maiores vítimas de estupros, 50,9% dos casos, em que tipo de sociedade nos transformamos? Que povo trata assim seus pequenos? O feminicídio também aumentou na última década, nunca matamos tantas mulheres. Esses são sintomas de uma sociedade doente, que descumpre o código universal de conduta, datado de 1852, de preservar mulheres e crianças primeiro.

Em março deste ano o jornal norte-americano Daily Mail publicou matéria sobre estudo da organização mexicana antiviolência Segurança, Justiça e Paz, sobre as cinquenta cidades mais violentas do mundo, 17 delas no Brasil. Fomos o país com o maior número de cidades citadas, em uma América Latina incendiada. Nós, que já fomos conhecidos mundialmente pela cordialidade e simpatia com que recebíamos os estrangeiros e enfrentávamos as dificuldades da vida.

Em um país solapado por 14 anos de (des)governo demagogo e populista, valores morais e políticas sociais perderam vez, para ceder lugar à mais-valia dos que buscavam enriquecer a qualquer custo. É chegada a hora de unir forças para mudar este quadro sombrio. Para isso eu conto com a Frente Parlamentar Mista de Prevenção à Violência, que fundei e presido, aqui na Câmara, e com o Manifesto por um Polo Democrático e Reformista. Vamos retomar o controle do Brasil. Ter mais mulheres na política é ter mais executivas e representantes assumindo essa pauta que marca o Século XXI: de prevenção da violência e de combate ao crime organizado, que alimenta essas estatísticas.

* Yeda Crusius é presidente Nacional do PSDB-Mulher, deputada federal no quarto mandato pelo Rio Grande do Sul, ex-governadora e ex-ministra do Planejamento.

Data do Artigo: 28/06/18

28 de junho de 2018|

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Prevenção à Violência

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