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Yeda Crusius visita municípios na Serra e na Zona Sul do Estado

17 de setembro de 2018|

A deputada federal Yeda Crusius, candidata à reeleição pelo PSDB, tem percorrido o Rio Grande do Sul para ouvir demandas dos eleitores e apresentar o que já realizou em benefício de gaúchas e gaúchos em diferentes municípios. Na última semana, por exemplo, a ex-governadora esteve na Serra e na Zona Sul do Estado.

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“Nenhum país suporta conviver com instabilidade econômica, crises recorrentes e injustiças na formação e distribuição de renda”.

Yeda Crusius

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Eleições 2018: Yeda Crusius pretende defender mudanças necessárias para melhorar a sociedade

Crédito da foto: Izys Moreira/ Ascom YC

Candidata à reeleição como deputada federal pelo Rio Grande do Sul, a presidente do PSDB-Mulher, Yeda Crusius, pretende trabalhar sua campanha em torno de seis áreas prioritárias: equilíbrio das finanças públicas, políticas para a igualdade, Segurança Pública, reformas estruturantes, apoio aos municípios e combate à corrupção.

Economista, professora universitária, política e comunicadora, a tucana tem uma longa e vitoriosa trajetória na vida pública. Filiada ao PSDB, foi ministra do Planejamento no governo Itamar Franco (1993), eleita deputada federal pelo Rio Grande do Sul (1994), atualmente está no quarto mandato. Foi eleita Governadora do Estado do Rio Grande do Sul no período de 2007 a 2010.

Yeda também fundou e presidiu o Secretariado Nacional da Mulher – PSDB Mulher (1999), da qual é presidente eleita. Ela também foi presidente da Fundação Instituto Teotônio Vilela nacional, responsável pela formação política e formulação programática do PSDB (2001/2003). Presidente do PSDB/RS (2005/2006). Membro da Executiva Nacional do PSDB desde 1995.

A deputada quer continuar o trabalho já iniciado no Congresso Nacional e pretende defender não só os interesses do povo gaúcho, […]

21 de agosto de 2018|

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Artigos e Crônicas

Por que quero ser Deputada Federal

Crédito da foto: Luis Macedo/ CD

Peço licença para fazer mais longa a minha coluna, que deveria ser semanal, mas só que não, por causa das andanças que tenho feito pelo Brasil na minha renovada função de presidente do PSDB Mulher – Secretariado Nacional da Mulher. Nessa função tenho buscado promover mulheres que querem fazer política e que formam um painel muito rico pois é imensa a diversidade na idade, na região, na raça, nas esperanças, nas experiências, e nas propostas. Para melhorar a qualidade da política nacional é preciso eleger mais mulheres, não porque elas sejam melhores políticas que os homens, mas porque algo de errado há com a própria política para que apenas 10% do Congresso Nacional seja composto por mulheres. A diversidade a que me refiro é o retrato no país onde 51% da população é de mulheres, e onde há de tudo, e por tanto não está representado lá. Falta gente lá para ouvirmos eleitores dizendo “ela me representa”. Agora, com a garantia dos 30% do Fundo Partidário para financiar os 30% de vagas a serem preenchidas por candidatas, algo inédito e decidido recentemente pelo STF, há que se responder com a eficiência nos votos. Desafio que nós do Secretariado encaramos.

Mas não estou me apresentando novamente para ser Deputada Federal porque sou mulher. Apresentei-me a primeira vez em 1994 pelas mesmas razões que agora. Fui Ministra do Orçamento e Planejamento do Governo Itamar Franco em 1993. Saí porque queria que o governo enfrentasse com coragem a questão da inflação, como era desejo do Presidente, que falhava pela instabilidade que produzia no Ministério da Fazenda, já tendo trocado três vezes o ministro quando tomei essa decisão. Reuni alguns ministros mais influentes e disse “ele tem que trocar de novo o Ministro da Fazenda, recém-chegado, e para isso tem que trocar os da área. Estou saindo primeiro, para dar passagem para essa mudança”. Tenho testemunhas importantes desse momento entre esses ministros, hoje aposentados, os mais próximos de Itamar. Dez dias depois que finalmente me liberou, Itamar escolheu bem. Escolheu FHC e a ele deu carta branca para formar sua equipe. FHC escolheu bem Pedro Malan, com a mesma carta branca. Pedro Malan escolheu bem, e formou a equipe do Real, liderando-a. Deu certo.

Para o Real se sedimentar e criar raízes, presentes até hoje no país, era preciso reformar a Constituição de 1988, como previsto nas suas Disposições Transitórias. Só o Congresso Nacional poderia aprovar essas reformas, conforme o compromisso, anteriormente provado na prática como ministro, do nosso então candidato Fernando Henrique Cardoso. Quis estar lá para isso. Eleita, enfrentei na linha de frente, de 1995 a 2006, nos meus três primeiros mandatos, os desafios de defender as reformas, apesar da guerra dos contrários à mudança porque o status quo os beneficiava. Avançamos. Faltava muito, no entanto. Hoje se sabe.

Enquanto isso meu Rio Grande do Sul enfrentava seus próprios desafios, acumulando 40 anos de déficit, aumento […]

24 de agosto de 2018|

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