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Últimos Destaques

São Jerônimo recebe apoio de Yeda Crusius na área da saúde

18 de janeiro de 2018|

“Agradecemos a deputada Yeda Crusius pela importante ação no sentido de contemplar o município com a ambulância e um gabinete odontológico. Isso veio no momento certo, porque já faz muitos anos que a cidade não adquire uma ambulância nova. É preciso renovar a frota atual. Em relação ao gabinete, estamos numa fase de ampliação dos postos de saúde na cidade e por isso nós temos a necessidade de novos consultórios”, afirmou o prefeito Evandro Heberle.

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Sua proposta pode virar Projeto de Lei! 
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“As pessoas que sofrem com o mundo da violência precisam ser amparadas agora. Prevenir a violência para o futuro, requer educação, saúde, trabalho e daí por diante”.

Yeda Crusius

Notícias do Mandato

Yeda Crusius apresenta proposta para instituir Plano Nacional de Prevenção à Violência

Crédito da foto: Alexssandro Loyola

Na Câmara Federal, a deputada Yeda Crusius (PSDB/RS) apresentou um Projeto de Lei (PL) de n.º 9322/2017, para institui o Plano Nacional de Prevenção à Violência. “A violência no Brasil constitui um quadro complexo e preocupante. Ao verificarmos as mortes ocasionadas por homicídios ou as mortes derivadas de acidentes de trânsito, o Brasil ocupa posições avançadas entre as nações mais violentas do mundo. Essa proposta é fundamental para que seja organizado um conjunto de metas e indicadores que serão os balizadores da política de prevenção à violência nos próximos anos”, afirma a parlamentar.

De acordo com o texto do projeto, o Plano terá a duração de dez anos e as suas diretrizes e temas serão elaborados por meio de Conferência Nacional a ser realizada no Congresso Nacional. A partir dessas diretrizes gerais, a União deverá elaborar os objetivos, as ações estratégicas, as metas, as prioridades, os indicadores e definir as formas de financiamento e gestão da política de prevenção à violência. As políticas públicas de prevenção à violência deverão considerar um contexto social amplo […]

15 de dezembro de 2017|

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Artigos e Crônicas

Ciclos que se fecham para que o novo possa chegar

Foto: divulgação da internet

O tempo nos dá uma referência fundamental para atuarmos num mundo que segue para a frente, sempre. Aprendemos com o passado, vivemos o hoje, e o futuro por definição é incerto. Na economia, temos um campo de análise extremamente rico, que é o do estudo dos ciclos. Os ciclos vão colocando um nome, uma marca, em cada período que se inicia com algo novo e transformador – por exemplo, com a tecnologia que já marcou a era das várias revoluções industriais até a de nosso tempo atuais, conhecida como a era da internet – e evolui até que uma nova descoberta encerre o período atual para dar passagem a um novo “novo”.

Com a política não é diferente. Já tivemos a República Velha, nascida com a Proclamação da República em 1889 até Revolução de 1930, com Getúlio, Flores da Cunha e Oswaldo Aranha, seguida da Nova República – a Era Vargas, até 1945, seguida da Terceira República, de 1946 a 1960, seguida pelo período militar, e assim vamos de período em período de tempo até hoje. A compreensão das mudanças por períodos organiza nossa consciência do mundo como ele é, sempre em mudança, tão importante para nos adaptarmos ao novo.

Agora a democracia consolidada pela Constituição de 1988 está sendo sacudida pelas novas demandas da Era Digital que vão exigindo mudanças no nosso aparato legal para dar estabilidade e eficiência para o Estado constituído em 1988. Novos crimes são tipificados, como o crime via internet e o feminicídio. Novos direitos criados, como o de transplante e o casamento entre pessoas de mesmo sexo.

Pois para dar novo ordenamento à participação popular na elaboração de leis o plenário da Câmara dos Deputados aprovou o PL 7574/2017, que dá nova forma aos mecanismos de democracia direta, previstos no artigo 14 da Constituição Federal, incisos I a III, mais especificamente: plebiscito, projetos de iniciativa popular e referendo. Como parlamentar, é motivo de celebração especial pois a partir de agora a democracia direta deixa de ser uma meta, como escrevi em maio, e passa a ser realidade legal, em que as pessoas ganham voz para decidir pontos importantes de sua vida política.

Novo ano se aproxima, nova agenda é desenhada. Há um infinito por fazer, tantas são as necessidades acumuladas durante os últimos 14 anos de administração desleixada que o Brasil sofreu. O país que temos não é ainda o que lutamos tanto para libertar da herança do atraso no caminho para uma sociedade mais tolerante, mais justa, menos desigual. É preciso avançar.

Novas conquistas são necessárias, para combater a pobreza, que em 2016 atingia quase metade das crianças brasileiras. Herdamos hoje um Brasil em que o 1% mais rico da população detém 27,8% da renda nacional; nunca houve tanta insegurança e mortes violentas. No 10º país que mais mata adolescentes no mundo, minha meta é atuar na redução da violência para ir construindo uma transformação para que possa […]

19 de dezembro de 2017|

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Prevenção à Violência

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Yeda Responde  
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Paulo A. G de Oliveira, mestre em Economia Política e Economista, natural de Santana do Livramento/RS
Nos últimos anos temos vivenciado o aumento da insegurança e da criminalidade em todo o Estado do Rio Grande. O estado de espírito das pessoas é de total alerta, pois a sensação de impunidade permeia toda a sociedade. No seu entendimento, quais os benefícios efetivos da implementação do Programa de Prevenção da Violência que foi posto em prática no seu governo. O mesmo teria efetividade frente aos altos índices de violência atuais? E porquê?
Yeda Crusius
Claro que sim! Os índices já eram elevadíssimos nos 50 bairros aonde aplicamos o PPV. Um exemplo é Guajuviras em Canoas, o bairro com o maior índice de violência no país. Fiz da Prevenção da Violência uma política de estado e não de secretarias, muito embora todas elas tenham contribuído. Os resultados evidenciaram a queda da criminalidade e da violência durante o nosso governo. Convido você a acessar os gráficos e as publicações a respeito desses resultados aqui no meu portal, em Memórias.
Jonathan Costa Marques, porteiro de Bento Gonçalves/RS
Deputada Yeda, como a senhora vê a situação política de hoje? E o que pensa sobre o futuro da política?
Yeda Crusius
Olá Jonathan! Desde o processo do Mensalão, durante o governo Lula, a transparência na política aumentou imensamente. Muitos foram presos à época (desde 2005), entre políticos e empresários. O mesmo agora com a Operação Lava Jato. Mas falta muito ainda. Alguns grandes têm feito política contra a população: corrupção, déficits que impedem gastos em saúde, educação e segurança, e tudo o mais que a cada dia é mostrado pela mídia. Tem que mudar. E para mudar tem que ser feita a reforma política, em discussão no Congresso Nacional. O povo pode ajudar, exigindo isso. Obrigada!
Maria Lorizete Dalmira, vereadora de Água Santa/ RS
Deputada Yeda Crusius no seu quarto mandato, fez tanto pelo nosso Estado no seu Governo de gestão. O que sugeres para a retomada do nosso Rio Grande?
Yeda Crusius
Querida Vereadora, o nosso Rio Grande precisa mudar na direção de deixar de privilegiar categorias de servidores públicos, melhorar a educação, e incentivar o empreendedorismo. Tem que ter coragem para mudar as coisas que nos trouxeram a essa situação humilhante do Estado não ter como pagar suas contas. Quando consertei as finanças pude pagar todos, inclusive precatórios. Depois fizeram um aumento brutal de benesses para algumas categorias, e retiraram do que mais precisa: saúde, educação e segurança. Vamos torcer para que alguém de coragem faça nos governos o que é preciso. Muitas prefeituras estão dando o exemplo. Abraço!

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