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Últimos Destaques

Deputada Yeda Crusius visita São Gabriel

18 de junho de 2018|

Na noite de sexta-feira (15) a deputada federal e ex-governadora Yeda Crusius (PSDB), visitou São Gabriel para anunciar mais uma emenda à Santa Casa de Caridade e também se reuniu com o Prefeito Rossano Gonçalves. Na ocasião, foram anunciados R$ 350 mil para o hospital, onde a emenda foi entregue para o Provedor Luiz Carlos Venturini Dotto.

Yeda destaca crescimento do PSDB bajeense

16 de junho de 2018|

Bagé sempre ensina a gente a fazer política. A cidade tem um histórico, e, nesta trajetória, o PSDB está como vencedor. Depois de 16 anos de poder do PT, um conjunto de partidos se uniu propondo uma alternativa para a acidade e o partido agora faz parte da política do município concretamente”, avalia a ex-governadora do Estado.

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Sua proposta pode virar Projeto de Lei! 
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“Talvez a política seja hoje um dos últimos redutos que ainda resiste à força e ao protagonismo feminino.”

Yeda Crusius

Notícias do Mandato

Yeda Crusius apresenta proposta para instituir Plano Nacional de Prevenção à Violência

Crédito da foto: Alexssandro Loyola

Na Câmara Federal, a deputada Yeda Crusius (PSDB/RS) apresentou um Projeto de Lei (PL) de n.º 9322/2017, para institui o Plano Nacional de Prevenção à Violência. “A violência no Brasil constitui um quadro complexo e preocupante. Ao verificarmos as mortes ocasionadas por homicídios ou as mortes derivadas de acidentes de trânsito, o Brasil ocupa posições avançadas entre as nações mais violentas do mundo. Essa proposta é fundamental para que seja organizado um conjunto de metas e indicadores que serão os balizadores da política de prevenção à violência nos próximos anos”, afirma a parlamentar.

De acordo com o texto do projeto, o Plano terá a duração de dez anos e as suas diretrizes e temas serão elaborados por meio de Conferência Nacional a ser realizada no Congresso Nacional. A partir dessas diretrizes gerais, a União deverá elaborar os objetivos, as ações estratégicas, as metas, as prioridades, os indicadores e definir as formas de financiamento e gestão da política de prevenção à violência. As políticas públicas de prevenção à violência deverão considerar um contexto social amplo […]

15 de dezembro de 2017|

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Artigos e Crônicas

A paralisação e a reforma tributária

Caminhoneiros paralisaram as atividades em protesto contra a alta do preço dos diesel, que desde meados de 2017 subiu mais de 50%. Na imagem, o congestionamento causado pelo bloqueio da rodovia Régis Bittencourt, a 30 km de São Paulo. Crédito da foto: Sebastião Moreira (EFE).

*Yeda Crusius

O Brasil reúne duas características que, somadas, geram uma série de atrasos: o paternalismo e o populismo. Governos são responsáveis por financiar tudo. Como consequência, temos uma altíssima carga tributária e, ao mesmo tempo, pouco retorno em qualidade de serviços públicos. Chegamos ao limite. Não há como custear educação e saúde universais e gratuitas tendo que, ao mesmo tempo, bancar eleições, subsídios a empresas e quitação da dívida pública – que atingiu 70%, um dos mais altos patamares do mundo. Esse é o reflexo acumulado de gastos mal feitos e sem os recursos correspondentes.

Em outras palavras: o País é um excelente arrecadador, mas um péssimo gastador. Eis mais uma herança maldita dos governos do PT, que expandiram em 421,4% os gastos obrigatórios do orçamento, graças ao aumento de salários e aposentadorias.

Sem previsão de receitas para esse crescimento demagógico, a “solução” foi subir a arrecadação e diminuir os investimentos. O resultado é uma Nação em frangalhos, com a Previdência esfacelada pela expansão do número de aposentados, estradas sucateadas e saúde pública em crise. A mobilização dos caminhoneiros apresentou a população à realidade.

As pessoas, que não aguentam mais elevações no preço da gasolina, perceberam que impostos federais e estaduais representam 45% do custo de um litro. Com isso, apoiaram maciçamente o movimento, até ocorrer a infiltração de grupos que fizeram uso político da crise. As gigantescas consequências econômicas da paralisação ainda estão sendo aferidas.

O País não pode ficar refém de uma malha viária ineficiente e frágil. Por isso, é essencial trazer de volta as ferrovias, o que demandará longo tempo e altos investimentos. Para o quanto antes, necessitamos de uma reforma tributária que acabe com os desequilíbrios e injustiças do atual sistema. Que desafogue o sistema produtivo e estabeleça prioridades nos gastos públicos. O Brasil precisa voltar a investir com critério e avançar rumo a um novo tempo.

*Deputada federal e ex-governadora (PSDB)

Fonte: Jornal do Comércio
Data do Artigo: 08/06/18

8 de junho de 2018|

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Prevenção à Violência

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Yeda Responde  
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Paulo A. G de Oliveira, mestre em Economia Política e Economista, natural de Santana do Livramento/RS
Nos últimos anos temos vivenciado o aumento da insegurança e da criminalidade em todo o Estado do Rio Grande. O estado de espírito das pessoas é de total alerta, pois a sensação de impunidade permeia toda a sociedade. No seu entendimento, quais os benefícios efetivos da implementação do Programa de Prevenção da Violência que foi posto em prática no seu governo. O mesmo teria efetividade frente aos altos índices de violência atuais? E porquê?
Yeda Crusius
Claro que sim! Os índices já eram elevadíssimos nos 50 bairros aonde aplicamos o PPV. Um exemplo é Guajuviras em Canoas, o bairro com o maior índice de violência no país. Fiz da Prevenção da Violência uma política de estado e não de secretarias, muito embora todas elas tenham contribuído. Os resultados evidenciaram a queda da criminalidade e da violência durante o nosso governo. Convido você a acessar os gráficos e as publicações a respeito desses resultados aqui no meu portal, em Memórias.
Jonathan Costa Marques, porteiro de Bento Gonçalves/RS
Deputada Yeda, como a senhora vê a situação política de hoje? E o que pensa sobre o futuro da política?
Yeda Crusius
Olá Jonathan! Desde o processo do Mensalão, durante o governo Lula, a transparência na política aumentou imensamente. Muitos foram presos à época (desde 2005), entre políticos e empresários. O mesmo agora com a Operação Lava Jato. Mas falta muito ainda. Alguns grandes têm feito política contra a população: corrupção, déficits que impedem gastos em saúde, educação e segurança, e tudo o mais que a cada dia é mostrado pela mídia. Tem que mudar. E para mudar tem que ser feita a reforma política, em discussão no Congresso Nacional. O povo pode ajudar, exigindo isso. Obrigada!
Maria Lorizete Dalmira, vereadora de Água Santa/ RS
Deputada Yeda Crusius no seu quarto mandato, fez tanto pelo nosso Estado no seu Governo de gestão. O que sugeres para a retomada do nosso Rio Grande?
Yeda Crusius
Querida Vereadora, o nosso Rio Grande precisa mudar na direção de deixar de privilegiar categorias de servidores públicos, melhorar a educação, e incentivar o empreendedorismo. Tem que ter coragem para mudar as coisas que nos trouxeram a essa situação humilhante do Estado não ter como pagar suas contas. Quando consertei as finanças pude pagar todos, inclusive precatórios. Depois fizeram um aumento brutal de benesses para algumas categorias, e retiraram do que mais precisa: saúde, educação e segurança. Vamos torcer para que alguém de coragem faça nos governos o que é preciso. Muitas prefeituras estão dando o exemplo. Abraço!

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