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Em despedida, Yeda Crusius faz balanço do mandato e defende a reestruturação do PSDB

30 de outubro de 2018|

A presidente do PSDB-Mulher, deputada federal Yeda Crusius (RS), ocupou a tribuna na Câmara nesta terça-feira (30) disposta a fazer um balanço de seus 30 anos de vida pública. Assim como vários de seus colegas de bancada, a tucana não conseguiu se reeleger nas eleições deste ano.

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“A equipe de transição do Governo Bolsonaro reproduz o pequeno número de mulheres em postos de comandos. Espero que seja um governo inteligente, que sabe que mulher traz equilíbrio para qualquer foro de discussão, ainda mais o político”.

Yeda Crusius

Notícias do Mandato

“Uma vitória coletiva”, diz Yeda Crusius sobre o aumento da bancada feminina nas eleições 2018

04/08/18 – Convenção Nacional do PSDB em Brasília. Crédito da foto: Ciete Silvério

A presidente do PSDB-Mulher, deputada federal Yeda Crusius (RS), elogiou o desempenho das candidatas tucanas nas eleições do último domingo (7). Ela atribuiu o aumento de 41% da bancada feminina ao trabalho de capacitação realizado pelo secretariado ao longo dos anos e ao suporte da Comissão Eleitoral à todas que decidiram concorrer a um cargo eletivo. Ao todo, o partido elegeu 24 candidatas: 8 deputadas federais e 16 deputadas estaduais, além da senadora Mara Gabrilli em São Paulo.

“Esse resultado mostra como é importante o apoio dado às mulheres nas campanhas eleitorais porque além do crescimento na Câmara e nas Assembleias Legislativas, nós tivemos uma senadora do porte da Mara Gabrilli eleita por São Paulo”, comemorou.

A presidente do segmento considerou o aumento das eleitas uma vitória coletiva e pretende, como líder do PSDB-Mulher, dar continuidade ao trabalho já iniciado com as tucanas de todo o Brasil. “Nossa luta permanente em defesa da igualdade na política me preenche”, completou.

A tucana também destacou o aumento do número das candidaturas registradas no […]

8 de outubro de 2018|

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Artigos e Crônicas

Por que quero ser Deputada Federal

Crédito da foto: Luis Macedo/ CD

Peço licença para fazer mais longa a minha coluna, que deveria ser semanal, mas só que não, por causa das andanças que tenho feito pelo Brasil na minha renovada função de presidente do PSDB Mulher – Secretariado Nacional da Mulher. Nessa função tenho buscado promover mulheres que querem fazer política e que formam um painel muito rico pois é imensa a diversidade na idade, na região, na raça, nas esperanças, nas experiências, e nas propostas. Para melhorar a qualidade da política nacional é preciso eleger mais mulheres, não porque elas sejam melhores políticas que os homens, mas porque algo de errado há com a própria política para que apenas 10% do Congresso Nacional seja composto por mulheres. A diversidade a que me refiro é o retrato no país onde 51% da população é de mulheres, e onde há de tudo, e por tanto não está representado lá. Falta gente lá para ouvirmos eleitores dizendo “ela me representa”. Agora, com a garantia dos 30% do Fundo Partidário para financiar os 30% de vagas a serem preenchidas por candidatas, algo inédito e decidido recentemente pelo STF, há que se responder com a eficiência nos votos. Desafio que nós do Secretariado encaramos.

Mas não estou me apresentando novamente para ser Deputada Federal porque sou mulher. Apresentei-me a primeira vez em 1994 pelas mesmas razões que agora. Fui Ministra do Orçamento e Planejamento do Governo Itamar Franco em 1993. Saí porque queria que o governo enfrentasse com coragem a questão da inflação, como era desejo do Presidente, que falhava pela instabilidade que produzia no Ministério da Fazenda, já tendo trocado três vezes o ministro quando tomei essa decisão. Reuni alguns ministros mais influentes e disse “ele tem que trocar de novo o Ministro da Fazenda, recém-chegado, e para isso tem que trocar os da área. Estou saindo primeiro, para dar passagem para essa mudança”. Tenho testemunhas importantes desse momento entre esses ministros, hoje aposentados, os mais próximos de Itamar. Dez dias depois que finalmente me liberou, Itamar escolheu bem. Escolheu FHC e a ele deu carta branca para formar sua equipe. FHC escolheu bem Pedro Malan, com a mesma carta branca. Pedro Malan escolheu bem, e formou a equipe do Real, liderando-a. Deu certo.

Para o Real se sedimentar e criar raízes, presentes até hoje no país, era preciso reformar a Constituição de 1988, como previsto nas suas Disposições Transitórias. Só o Congresso Nacional poderia aprovar essas reformas, conforme o compromisso, anteriormente provado na prática como ministro, do nosso então candidato Fernando Henrique Cardoso. Quis estar lá para isso. Eleita, enfrentei na linha de frente, de 1995 a 2006, nos meus três primeiros mandatos, os desafios de defender as reformas, apesar da guerra dos contrários à mudança porque o status quo os beneficiava. Avançamos. Faltava muito, no entanto. Hoje se sabe.

Enquanto isso meu Rio Grande do Sul enfrentava seus próprios desafios, acumulando 40 anos de déficit, aumento […]

24 de agosto de 2018|

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