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Últimos Destaques

PSDB-Mulher e Fundação Konrad Adenauer reforçam aliança e definem estratégias para 2019

16 de janeiro de 2019|

“A parceria entre o PSDB e a KAS já proporcionou resultados fantásticos em relação a representatividade feminina e na melhora dos nossos quadros dentro do partido. Espero que continuemos juntos capacitando o maior número de mulheres possível”, disse Yeda Crusius.

“Gritos de guerra como rosa-azul devem ser substituídos por ações e propostas”, diz Yeda

4 de janeiro de 2019|

O vídeo viralizado nas redes sociais da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, no qual ela aparece dizendo que “Menino veste azul e menina veste rosa”, causou preocupação de uma boa parcela da população.

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Sua proposta pode virar Projeto de Lei! 
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“Se virar sublegenda do governo, metade do PSDB sai. Por isso, não vamos virar uma sublegenda”.

Yeda Crusius

Notícias do Mandato

Tucanas lançam nome de Yeda Crusius para presidência Nacional do PSDB

Foto: Dennys William

Na primeira reunião da coordenação Executiva do Secretariado Nacional do PSDB-Mulher com a nova bancada feminina do partido na Câmara e Senado, nesta terça-feira (27), o nome da ex-governadora e deputada federal Yeda Crusius (RS) foi lançado para a Presidência Nacional do PSDB.

Para a senadora eleita Mara Gabrilli (PSDB-SP), o nome de Yeda pode ser o ponto de equilíbrio do partido em meio a um profundo quadro de divisão interna, por transitar bem entre os principais líderes tucanos, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o ex-governador Geraldo Alckmin, o senador José Serra e o governador eleito João Dória.

“Você é a cara e o ponto de congruência que o PSDB precisa”, defendeu Mara, puxando o coro das colegas de bancada e representantes do Secretariado Nacional.

Como uma das fundadoras do PSDB, Yeda Crusius ocupou a tribuna da Câmara, logo após as eleições, para fazer uma análise do cenário político brasileiro, que, na sua opinião, fecha um ciclo iniciado na estruturação da Assembleia Nacional Constituinte.

Na avaliação da coordenação Executiva do Secretariado Nacional do PSDB-Mulher, o resultado das eleições obrigatoriamente deve levar […]

27 de novembro de 2018|

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Artigos e Crônicas

Uma vida dedicada à política

Crédito da foto: George Gianni

A boa política é a bússola da minha vida. Praticada dia a dia há três décadas. Durante o período da Constituinte, em 1988, criamos um partido que mudaria os rumos do Brasil. Eis a razão da existência do PSDB. Nascemos da sensatez de professores, intelectuais, inquietos e desapontados pela forma irresponsável com que a política nacional era conduzida. Hoje, percebo-me diante do mesmo espírito e cenário: urge a necessidade de reformarmos o país para o resgate da dignidade do brasileiro.

Como economista, há tempos estudo teorias sobre a ordem dos ciclos. Condição não somente aplicada à economia, mas a própria evolução humana que se transforma através deles. O fim de uma etapa cria condições e oportunidades para o raiar de uma próxima fase. A minha trajetória é exemplo. Em 1992, lembro bem, deixava de ser professora universitária e comentarista de TV para mergulhar de cabeça na política. E nunca me arrependi disso.

“Longe das benesses oficiais, mas perto do pulsar das ruas, para fazer germinar novamente a esperança” – era esse o lema tucano desde a sua fundação. Me senti plenamente envolvida com a proposta. Os ideais do partido comungavam com os meus valores.

Depois do impeachment de Collor, era preciso assegurar a governabilidade de Itamar Franco. E ele me fez um convite: ser ministra de Planejamento e Orçamento, em 1993. Aceitei sob o compromisso de construir um plano de combate à inflação. Essa era a pauta da época, como hoje é a segurança. Depois, FHC assumiu a Fazenda e nascia o Plano Real. Ali, renascia o Brasil.

Foram três mandatos consecutivos como deputada federal. Nunca me calei. Sempre enfrentei desafios, comprei brigas em detrimento do bem coletivo. Foram temas caros, porém necessários para garantia de um futuro sustentável. Decidi ser candidata ao governo gaúcho. Cheguei na frente no primeiro turno e venci Olívio Dutra no segundo, com 51,5% dos votos. Fizemos história: fui eleita a primeira mulher a governar o Rio Grande do Sul.

Foi uma gestão difícil, mas vencemos. Encaramos com coragem os problemas de frente e depois de 38 anos colocamos as contas em dia. Reequipamos toda a polícia, obras históricas de infraestrutura foram entregues, o RS figurava no mapa dos mais desenvolvidos do Brasil.

Quando retornei à Brasília em 2016, vi o PSDB rachado ao meio. Sem unidade e sem paz – não conseguimos chegar ao Planalto e Jair Bolsonaro foi eleito. Ele falou a língua das pessoas. Os votos de antipetismo foram vitoriosos. Fim de ciclo, portanto, para o PT. Com ele, o de outras legendas tradicionais, como o PSDB. É necessário aprender na dor e com serenidade enfrentar a reconstrução.

A política sabe que somos um partido necessário para o amadurecimento social. Celebro hoje a vitória de Eduardo Leite, convicta de que seguirá nossos princípios de trabalho, honestidade e resultado. As sementes da recuperação estão na recessão, e vice versa. Eis um novo ciclo para a política, para o Rio Grande e […]

19 de novembro de 2018|

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Prevenção à Violência

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